A cantora Ana Proença retorna ao Cine Theatro Brasil com o show  “Dona Ivone Lara: mas quem disse que eu te esqueço". Em uma homenagem àquela que é considerada a Primeira Dama do Samba, o repertório é um passeio pelas canções emblemáticas da compositora e algumas de suas parcerias com grandes nomes do samba brasileiro.


Apresentado em julho de 2019, o espetáculo traz uma novidade. Além dos instrumentos tradicionais de uma roda de samba, contará com o auxílio luxuoso da flauta e do piano. Os arranjos valorizam e reforçam detalhes harmônicos que buscam alcançar a expressão e o significado poético das canções. A data da apresentação - 8 de março, Dia Internacional da Mulher - também é carregada de simbolismo. Dona Ivone Lara representa o pioneirismo e a resistência da mulher no samba - foi a primeira mulher a compor para uma agremiação da elite do carnaval e aparticipar de uma ala de compositores.


A mineira Ana Proença, nascida em Belo Horizonte, construiu sua carreira participando de projetos coletivos, rodas de samba e shows que têm em comum o repertório de samba - tradicional e autoral -, além do choro. Atualmente, integra o projeto Samba da Feirinha, realizado semanalmente na região oeste da cidade, e se prepara para a gravação de seu primeiro EP, com obras dos compositores do Reduto de Compositores Vários Dons de Belo Horizonte, sob a direção musical de Betinho Moreno, a ser lançado até o final de 2020.

 

O cantor mineiro Dirceu vem ao palco do Cine Theatro Brasil cantar a poesia romântica que tem aquecido os corações sensíveis das noites mineiras. O repertório do espetáculo é baseado em um sensível diálogo com seu público. Trata-se das canções mais pedidas, mais sentidas, aquelas que trazem memórias e também constroem novos amores e recomeços.

Nas apaixonantes noites dos belorizontinos não podem faltar Roberto Carlos, Caetano, Chico, Tim Maia, dentre outros. A força estranha continua nos fazendo cantar o mistério que é a vida e o tempo, ou as Emoções que não cabem dentro do peito, a contradição e desigualdade  ficam mais simples quando sonhamos com a cor azul do mar, o cálculo do amor onde dois e dois são cinco. Saigon cabe dentro de um apartamento no qual dois apaixonados se amam, ou a gente humilde que nos faz mais humanos na volta pra casa. Esse mundo poético estará reunido na harmonia, sensibilidade e voz de Dirceu em um espetáculo que você não pode perder. No repertório Dirceu revisita as canções da áurea época do rádio revendo Evaldo Gouveia e Jair Amorim e boleros clássicos mesclados em tangos argentinos.

 

Flavio Penido, instrumentista, cantor e compositor de Belo Horizonte, apresenta seu show “Quantos eus sou eu?”, trazendo releituras e composições próprias, conectando suas influências acumuladas ao longo de sua trajetória. Em dezembro de 2018, lançou seu primeiro videoclipe com o single da música “Repartir o sol”. Desde então, o artista vem lançando single após single, e promete para 2020 o seu primeiro álbum, só com canções inéditas, de autoria do próprio artista.

Atuando na música desde a adolescência, Flávio Penido traz as influências dos clássicos do rock inglês dos anos 60 e 70, o folk e o country americano, aliado à música regional brasileira. É este périplo sonoro, passando por Beatles, Raul Seixas, Almir Sater e Cia que dá o tom da versatilidade do autor em suas canções, uma marca registrada, com sonoridade absolutamente única. Para o artista, a leitura e a escrita sempre foi um veículo transformador na sua visão de compositor musical, primando pela métrica bem arranjada e letras “feitas para pensar”.

 

"Dona de um canto sensível e apurado, Márcia Feres apresenta ao público um olhar delicado e diferenciado sobre a obra de Paulinho da Viola. Com arranjos impecáveis e em companhia de músicos primorosos, o show vem trazer um recado do mestre aos corações imprudentes, vulgares ou levianos: Ame! Seja como for.


Porque mesmo em tempos de Sinal Fechado, a vida não é só isso que se vê".

 

O cantor e compositor Anderson Lobo fará o lançamento do álbum “Laniakea”, seu primeiro disco solo. A palavra, de origem havaiana, significa “céu imensurável” e foi usada pelos astrônomos para nomear um superaglomerado de galáxias. O termo suscita uma reflexão sobre a fragilidade do nosso planeta, tendo em vista a grandiosidade de um universo misterioso e ainda intocado.

No álbum, Anderson Lobo expressa suas impressões sobre as relações entre o homem e o cosmos e, além, reflete sobre sua própria posição nessa trama cósmica. O trabalho, que tem a produção assinada pelos artistas Ricardo Ulpiano e Thiago Peixoto, abraça musicalidades diversas, mesclando world music e MPB.
 

No show, Anderson apresentará as músicas do disco na íntegra, acompanhado pelos
músicos Thiago Peixoto, Rogério Delayon, Ivan Correia, Luciene Braga e Edu Santos.

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